terça-feira, 21 junho 2022.
Nas últimas eleições, Jair Bolsonaro era a única candidatura capaz de expor a todos os brasileiros o grau de incompatibilidade entre o objetivo das elites progressistas e os objetivos dos plebeus como você e eu.
Para a esquerda, esse vírus e a consequente histeria são um presente para avançar mais rapidamente com suas pautas destrutivas, as quais visam a geração de caos econômico e social para desestabilizar o governo e tentar a derrubada do presidente.
Prefiro ser o chato, que vê o copo meio vazio. Para chegar à presidência Bolsonaro contou com o voto dos “isentões”, dos intervencionistas, dos anti-petistas, que votariam em qualquer um que estivesse contra o PT.
Condenar ou apoiar as revoltas de policiais nada tem a ver com as condutas de quem quer que seja, só depende do espectro ideológico de quem pratica a ação.
Como na atual gestão não mais para usar um falso presidencialismo a favor do socialismo, resta partir para um falso parlamentarismo.
Aos brasileiros é comum visar antes os efeitos benéficos que o processo edificante em si. O brasileiro médio odeia estudar, mas ama os frutos do estudo.
A administração patrimonialista é caracterizada pela dificuldade de definição do que venha ser o patrimônio público e o privado, uma das características marcantes da República Brasileira.
O poder temporal é necessário para a sociedade desde sua estruturação orgânica até na sua formulação de leis.
Enquanto Bolsonaro desperta a ira da imprensa militante e dos carnavalescos criminosos, o povo de bem sorri. E é isso que importa.
Tudo é tão louco no conceito tupiniquim de democracia, que no totalitarismo à brasileira, quem é censurado é o presidente.