terça-feira, 24 novembro 2020.
Homofobia não é crime no Brasil porque o Poder Legislativo não definiu o que é crime de homofobia. Querer processar Ana Paula Valadão por uma declaração em 2016 dentro de um contexto teológico, citando fatos históricos, alegando uma decisão ilegal do STF em 2019, é uma palhaçada.
Quem pode garantir que essas vacinas que estão desenvolvendo serão realmente eficientes e, principalmente, livres de efeitos colaterais a longo prazo? Por tudo isso, falar em vacinação compulsória é uma afronta. Insistir nisso é tratar as pessoas como cobaias.
Não há como deixar de repudiar e denunciar a cretinice do ativismo LGBT que tenta insistente atribuir aos cristãos a aversão que a humanidade sempre possuiu acerca das relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo.
A questão do aborto está intimamente ligada ao triângulo obscuro do controle político e populacional, que é a corrente de forças que se retroalimentam entre liberdade sexual, contracepção e aborto. Os elementos eugenistas desse triângulo obscuro são usados por uma elite poderosa para redução populacional, retirada do poder econômico e da possibilidade de autoproteção de determinados grupos étnicos ou sociais.
O juiz, o médico e os abortistas de ONGs ‘pró-morte’, que participaram do assassinato da menininha que não recebeu nome, nem foi enterrada, são tão culpados quanto o pedófilo estuprador.
A pequena criança já traumatizada com anos de estupro, merecia ajuda e nunca a opção do aborto. Sua bebê tinha 23 semanas e em quatro ou cinco semanas seria possível fazer uma cesárea e enviar a recém-nascida para a adoção.
É muito comum o argumento de que o nascituro ainda não é uma vida, mas um “amontoado de células”. Isso seria suficiente para se livrar desse “inconveniente”, tal como se faz com uma farpa de madeira. O problema desse tipo de argumentação diz respeito à questão lógica: há outra possibilidade para esse suposto “amontoado de células” continuar existindo sem se tornar outra coisa além de um ser humano?
Hoje vemos governadores e prefeitos rasgando a Constituição Federal com decretos que desrespeitam a dignidade da pessoa humana, violam as liberdades individuais e consolidam a vileza e o despotismo como modelo social. Eu não tenho dúvida de que os decretos desses governadores têm o objetivo de enfraquecer até matar os idosos.
Não é preciso ser nenhum expert em teologia para se constatar o caráter fraudulento e perverso da maligna e idólatra ideologia de gênero. De igual modo, a gente não precisa ser nenhum super herói ou super heroína para salvar os inocentes dessa sádica ideologia LGBTQ+.
As feministas “empoderadas” do Instagram “vendem” exatamente o mesmo que Dan Bilzerian: Um estilo de vida impraticável. Não cabe a nenhuma militante, definir o que é pertinente, ou não, para a outra pessoa.