O STF e sua Cova dos Leões

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Durante o Império Babilônico, os tementes a Deus eram jogados aos leões em covas, durante o Império Romanos os cristãos eram jogados aos leões no Coliseu. (Arte: Daniel Eskridge/DeviantArt)

Nós administradores, oficiais, altos funcionários, conselheiros e governadores estamos todos de acordo que o rei deve decretar uma lei a ser cumprida rigorosamente. Dê ordens para que, nos próximos trinta dias, qualquer pessoa que orar a alguém, divino ou humano, exceto ao rei, seja lançada na cova dos leões. Daniel 6:07

Vamos colocar em ordem alfabética para depois interligá-las em sequência lógica: Ana Paula Valadão, Antonin Scalia, Amy Coney, Bia Kicis, Bolsonaro, Celso de Mello, censura, conservadores, crime de homofobia, cristãos, Cultura do Cancelamento, Daniel o profeta, Donald Trump, Enéas Carneiro, ideologia de gênero, liberdade de expressão, Maquiavel, Marília Gabriela, Milton Ribeiro, Movimento LGBT, Ministério Público, Paulo o apóstolo, pecado do homossexualismo, Polícia Federal, Procuradoria-Geral da República, politicamente correto, Rui Barbosa, Ruth Ginsburg, Simone de Beauvoir e Supremo Tribunal Federal…
Calma estou apenas apresentando as peças do quebra-cabeça…

Maquiavel: ”Aos amigos os favores, aos inimigos a lei”. O Brasil tem um STF maquiavélico que precisa urgentemente passar por uma reforma com a entrada de um ministro terrivelmente cristão. As últimas notícias me fizeram pensar em decretos e leis draconianas que condenam profetas de Deus a serem jogados na cova dos leões do massacre midiático com a Cultura do Cancelamento.

Como relacionar a morte da progressista juíza da Suprema Corte dos EUA Ruth Ginsburg e a polêmica gerada pela indicação da ultraconservadora cristã Amy Coney pelo presidente de Direita e conservador Donald Trump com a frase de Rui Barbosa “a pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer” e contextualiza-la no Brasil?

Em democracias cabe ao Congresso – o Poder Legislativo – criar leis, e cabe ao Poder Judiciário ser o guardião das leis e não inventar criar leis de acordo com a hermenêutica de viés ideológico de minorias. Amy Coney foi discipulada pelo juiz conservador Antonin Scalia, que tinha o entendimento diferente da progressista socialista Ruth Ginsburg. Antonin Scalia defendia a interpretação da lei com base na literalidade do texto, julgando que as palavras têm sentido e não cabe aos magistrados subverter o significado delas para impor sua ideologia. Nunca aceitou que o Poder Judiciário roubasse o poder do Congresso de legislar. Diferente do que acontece no Brasil…

A mídia de esquerda não vê com bons olhos uma ultraconservadora no “STF dos EUA”. A desgraça no Brasil é que hoje vivemos debaixo da pior ditadura, que é a ditadura do Poder Judiciário, como avisou Rui Barbosa. O STF é o topo da cadeia alimentar de predadores que estão impondo através de leis maquiavélicas a censura à liberdade de expressão de cristãos conservadores. A deputada federal Bia Kicis disse: ”PF deveria estar empregando seu tempo e o dinheiro dos contribuintes na investigação de bandidos”.

A Polícia Federal, por causa desse inquérito ilegal sobre Fake News, está fazendo o papel da KGB soviética e até prendendo pessoas pelo “crime” de liberdade de expressão. Engraçado só conservadores? Não estou surpreso com o autoritarismo draconiano do sistema judiciário brasileiro que conspira contra a democracia. Polícia Federal, Ministério Público, Procuradoria-Geral da República e Supremo Tribunal Federa, por falta do que fazerem de importante, estão empenhados em censurar a liberdade de expressão de quem pensa com um viés ideológico de direita, conservador, como a maioria absoluta dos verdadeiros cristãos.

Na votação da ADO 26, onde o STF resolveu definir aquilo que não lhe cabe decidir, usurpando o poder legislativo do Congresso ao criar uma lei criminalizando a liberdade de expressão dos cristãos – cuja teologia condena a pratica do pecado do homossexualismo –, a bomba relógio foi armada e a porta da cova dos leões foi aberta…

Em seu voto carregado de sofismas, o então relator e decano supremo ministro Celso de Mello citou a comunista Simone de Beauvoir para justificar o absurdo: “Não se nasce mulher, torna-se mulher”. Em entrevista à jornalista Marília Gabriela o br. Enéas Carneiro disse: “homem é cromossomo XY e mulher Cromossomo XX”. E completou: ”Isso é uma aberração da natureza, sou professor de medicina, o fenótipo se modifica, o genótipo é o mesmo”.

Discordar da ideologia de gênero não é apenas uma coisa religiosa, teológica, é também uma discursão filosófica e científica. Ao tipificar o “crime de homofobia”, o STF censurou quem pensa diferente. Agora foi anunciada a aposentadoria antecipada em poucos dias de Celso de Mello – já vai tarde, entra para a história como relator de uma das maiores aberrações feitas pelo STF, que está gerando problemas aos cristãos conservadores.

O STF é hoje no Brasil o esgoto da esquerda a céu aberto, criando instabilidade jurídica no Brasil com seu ativismo judicial capacho das pautas progressistas da esquerda que perdeu nas urnas e avança via tapetão no judiciário. Sua decisão draconiana deu ao Movimento LGBT “respaldo jurídico” de forma ilegal para atacar cristãos.

A pastora evangélica Ana Paula Valadão é alvo de uma representação no Ministério Público pela Aliança Nacional LGBTI por, em termos práticos, “crime de opinião” emitida em 2016, antes da decisão em 2019 do STF. Nem os burocratas da época do profeta Daniel tiveram a ousadia e desonestidade intelectual de criar lei retroativa. Só falta o Movimento LGBT acionar o MP para entrar no STF condenando o Apostolo Paulo por declarações “homofóbicas” feitas há 2000 anos atrás.

Para terminar de montar o quebra-cabeça, a Procuradoria Geral da República pediu ao STF a abertura de um inquérito para apurar se o ministro da Educação, Milton Ribeiro, cometeu o crime de homofobia. É, evangélicos não cedem ao politicamente correto. Ele caiu em uma cilada de pergunta retórica? Sim, perguntar a um cristão conservador o que ele pensa sobre o Movimento LGBT e a ideologia de gênero é uma pergunta retórica cuja resposta foi censurada pelo STF, que usurpou o lugar do Congresso e retirou do cidadão cristão conservador de direita a liberdade de expressão, que é causa pétrea em nossa Constituição.

Milton Ribeiro é um pastor evangélico e também advogado, logo então pode ocupar a vaga de Celso de Mello. Cabe agora ao presidente Bolsonaro fazer o que Donald Trump fez, seguir o exemplo e indicar para o STF um novo ministro que seja ultraconservador. Milton Ribeiro é um bom nome para o STF?

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