Aborto: Uma perversidade feminina

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No debate nacional sobre o aborto, é usual que os autoproclamados conservadores atribuam às feministas ou esquerdistas a defesa da legalização do assassinato de bebezinhos. Há algo, entretanto, que parece escapar completamente dessa discussão: o fato de que só mulheres abortam!

Sim, o aborto é uma prática feminina muito mais do que uma bandeira do feminismo.

Mulheres assassinam seus próprios filhinhos. Isso é mais do que brutal, cruel e animalesco: é demoníaco!

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Brasília constatou que uma em cada sete mulheres entre 18 e 39 anos já assassinou pelo menos um bebezinho no próprio útero!

Mais do que discutir quanto à legalização do genocídio intra-uterino, precisamos estudar essa dimensão perversa da mente de uma parcela tão expressiva do público feminino.

Por que uma em cada sete mulheres possui uma disposição mental tão perversa? Que tipo de psicopatologia afeta esse grupo? Quais são as causas desse comportamento assassino? Por que ninguém fala disso?

Se as vidas dos bebezinhos importam, precisamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para salvá-las.

Encarar todos os fatos envolvidos na discussão acerca do aborto é o mínimo que podemos fazer na defesa da vida das criancinhas.

O aborto é, em primeiro lugar, coisa de mulher… assassina!

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