O que é o crime de homofobia?

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34ª edição do concurso “Hunky Jesus”, realizado no domingo de Páscoa e promovido por Sisters of Perpetual Indulgence, uma organização LGBT de San Francisco (Califórnia, Estados Unidos) que alega lutar contra a homofobia desde 1979.

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (João 8:32)

Ana Paula Valadão ministrando na congregação que integra, Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte. (Foto: Facebook/Reprodução)

A pastora Ana Paula Valadão está sofrendo um violento ataque cristofóbico por declaração feita em 2016: ”Está aí a AIDS pra mostrar que a união sexual entre dois homens causa uma enfermidade”. A “polemica” declaração foi agora resgatada, e Ana Paula agora está sendo ameaçada de processo por “homofobia”, de acordo com o Morning Show da Rádio Jovem Pan.

Sim, as hienas da militância de viés ideológico de Esquerda do Movimento LGBT, partiram com tudo. E Ana Paula está sofrendo um ataque e virou o alvo da vez da “Cultura do Cancelamento”. Ana Paula errou? Como bem disse o jornalista José Maria Trindade, na época a AIDS foi considerada: “A Peste Gay”. Em 1985 eu tinha 17 anos, era ateu e socialista, e na época esse era o consenso. Ana Paula se referiu ao contexto histórico. Sim, o foco inicial de disseminação na época foram os gays. Isso é fato histórico.

O Covid-19 é chamado de Vírus Chinês por que começou em uma região da China. Claro que hoje em 2020, depois de 35 anos, a AIDS não é mais um monopólio da comunidade gay. Os bissexuais foram a ponte de contaminação. A dinâmica de contágio é muito simples. Um gay transou com um bissexual, que transou com uma garota de programa, que transou com um homem casado que contaminou a esposa cristã.

Os homossexuais foram o foco original de propagação da doença, tanto é que até hoje existe a polêmica sobre homossexuais poderem doar sangue, por serem estatisticamente um grupo de risco elevado. A fala de Ana Paula se referiu a esse contexto histórico. Retiraram a fala dela do contexto histórico para servir de pretexto para um ataque cristofóbico. A Esquerda tem o habito de reescrever a história, distorcendo a verdade do fato histórico.

Ana Paula não foi a primeira pessoa a dizer que do ponto de vista teológico a AIDS é uma praga fruto do pecado. E esse entendimento não é exclusivo do Cristianismo, os muçulmanos pensam da mesma forma. Será que daqui a 35 anos, alguém poderá ser processado por “chinês-fobia” por falar que o Covid-19 é um vírus chinês?

Bem o que é ser homofóbico? O termo foi criado em 1971 pelo psicólogo George Weinberg, para qualificar pessoas que nutridas por um sentimento de ódio chegavam ao ponto de matar um praticante do homossexualismo. Homofóbico é todo aquele que mata motivado por ódio a um homossexual, por ele ser um homossexual. Em sua fala Ana Paula pregou a morte de gays? Não, ela apenas citou um fato histórico, doa a quem doer. Porém o discurso do politicamente correto da nefasta Ideologia de Gênero não aceita nenhuma crítica.

Homofobia NÃO é crime no Brasil. O que define o que é ou não é um crime, é o que o Congresso, que é o Poder Legislativo, define por lei. E o Congresso, que é o poder soberano, não definiu o que é crime de homofobia. Toda essa confusão de ataque cristofóbico contra uma pastora é fruto do conceito nazista de Joseph Goebbels: “Diga uma mentira mil vezes que ela vira verdade”.

O problema foi alimentado pela decisão criminosa do STF que usurpou o lugar do Poder Legislativo e “criou” uma lei para agradar a imposição da ditadura da ideologia de gênero no Brasil. O STF petista comunista é hoje a maior ameaça a nossa democracia com suas decisões desastrosas, que trazem instabilidade jurídica e confusão. E em termos práticos a própria decisão do STF não é válida por que ainda não transitou em julgado, ou seja, o processo ainda não acabou, ainda cabem recursos processuais.

E mesmo que o Congresso, que tem o poder legal, venha no futuro a criar uma lei draconiana ao ponto de ferir o direito à liberdade de expressão, que é causa pétrea de nossa Constituição e princípio inegociável de uma democracia, existe o conceito jurídico de que nenhuma lei é retroativa. Querer processar Ana Paula por uma declaração em 2016 dentro de um contexto teológico, citando fatos históricos, alegando uma decisão ilegal do STF em 2019 é uma palhaçada típica de idiotas uteis, massa de manobra da Esquerda.

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