O perigo de se obedecer a decretos estúpidos

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Foto: Helene Santos

Quando o governo estabeleceu decretos draconianos como o isolamento social e fechamento do comércio, a população a princípio concordou porque acreditou que seria por pouco tempo.

O tempo revelou o que os jornalistas e intelectuais conservadores previam desde o início: estávamos (e ainda estamos) em guerra e não era, propriamente, contra o vírus, a guerra era contra o sistema capitalista (no sentindo natural) e o cristianismo (no sentido espiritual). O sistema capitalista, apesar de ser muito criticado pelos professores esquerdistas, foi o sistema que não só prolongou como melhorou a qualidade de vida em todo o mundo onde há liberdade, condição essencial de sua existência. Não te contaram, mas o capitalismo está para o cristianismo assim como o satanismo está para o socialismo. Seu professor de história te enganou quando te disse que Jesus era socialista.

Uma vez que a população aceitou a ordem estúpida de fechar o comércio para impedir a propagação do coronavírus, a situação foi ficando cada vez mais insustentável, pois se esqueceram de que economia também é vida. Sem emprego e sem dinheiro, a saúde vai para o ralo: remédio também custa caro.

Nestes últimos quatro meses, milhares de pessoas perderam suas empresas e milhões perderam seus empregos. E o vírus não obedeceu os decretos imbecis e continuou se multiplicando. O pico, finalmente, chegou e chegou numa péssima hora: clima mais frio, menos dinheiro no bolso, imunidade baixa com tanto álcool em gel, máscaras, stress e o povo sem poder tomar sol, respirar ar puro, frequentar academia, e nem mesmo orar ou rezar junto com a igreja. E pra piorar, os governos estaduais sequer cumpriram suas promessas de equipar os hospitais e ainda continuam sonegando o tratamento precoce aos pacientes, o que está provocando a morte de milhares.

Agora para voltar a funcionar, depois de quatro meses parados, mais empobrecidos, os empresários ainda vão aceitar regras estúpidas para abrir suas portas como o uso de máscaras e redução da capacidade. Por quanto tempo restaurantes e hotéis conseguirão sobreviver atendendo 50% do que atendiam antes? Como estarão as pessoas que ficaram 4 meses confinadas, assistindo Rede Globo? Teremos os mesmos consumidores de antes para dar lucro para o comércio local?

Eu não sei o que acontecerá de agora para frente, mas é bom que nos voltemos para Deus e clamemos para que o Senhor Jesus nos ajude a enfrentar os desafios que teremos que vencer pela frente. Jamais devíamos ter trocado a liberdade pela segurança. Perdemos os dois e ainda estamos mais pobres.

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