Isolamento, máscara, respirador ou hidroxicloroquina: porque este remédio sumiu das farmácias?

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Por Patrícia Castro.

Não há e nunca houve nenhuma justificava para fechamento de comércio e uso obrigatório e indiscriminado de máscaras para toda a população.

Se houve 50 mil mortes no país, a culpa é dos governadores, prefeitos que, com o apoio de parte da classe médica e cumplicidade da mídia comunista, omitiram o tratamento adequado que já estava sendo realizado com sucesso por médicos nos EUA e na Europa.

O médico que não politizou o vírus, adotou o protocolo da hidroxicloroquina com azitromicina e zinco e ivermectina, não viu seus pacientes morrerem.

O prefeito e médico de Porto Feliz, em São Paulo, Cássio Prado, foi um deles: adotou este protocolo desde março. O resultado é que nenhum paciente, tratado precocemente na sua cidade, precisou de respirador ou morreu. Em Floriano, no Piauí, o mesmo sucesso no tratamento.

Dr. Cássio, em entrevista à jornalista Leda Nagle, disse que a decisão mais desastrosa e até criminosa que a classe médica tomou foi mandar o paciente ir pra casa e esperar os sintomas: “isso só agrava e diminui a chance de cura”. Segundo ele, a ivermectina e a hidroxicloroquina podem ser usados inclusive como profilaxia. Os médicos da cidade dele que fizeram usam desses medicamentos não contraíram o vírus. Dois que não usaram foram contaminados.

Assim como ele, milhares de médicos brasileiros estão adotando este protocolo com resultados positivos para o paciente, mas todos alertam que é preciso entrar com a medicação no primeiro estágio da doença.

E o pior é que a medicação sumiu das farmácias e só está sendo encontrado nas farmácias de manipulação. Inclusive, pacientes com lúpus que usam a hidroxicloroquina para aumentar a imunidade estão sendo prejudicados com a politização do medicamento.

Gostaria de entender porque os governadores e prefeitos, tão preocupados com a saúde do povo, preferem entubar os pacientes a tratá-los em casa a um custo de menos de cem reais por pessoa. Está muito claro que a política não tem sido usada para salvar vidas. UTI não é e nunca foi o objetivo da medicina. UTI é o último recurso, quando nenhum tratamento se tornou eficaz.

Quando ouço ou leio qualquer agente de saúde, dizer mesmo diante de tantas evidências, que não há tratamento para o corona, fico furiosa por estar diante de uma pessoa psicopata genocida.

Quem será responsabilizado por essas mortes? Quem vai responder por esses crimes?

Não tenho dúvidas de que estamos assistindo uma politização de um vírus que está custando milhares de vidas.

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