Consórcio de governadores do Nordeste trabalha abertamente para a China

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Alguma coisa tem de ser feita, em nome da Soberania da Pátria, contra a aberração denominada “Consórcio de Governadores do Nordeste”. Esse conluio foi formado declaradamente na intenção de rebeldia contra o Presidente da República democraticamente eleito e tem, nesse afã, organizado resistências contra políticas públicas federais e procurado potências estrangeiras para discussão de assuntos nacionais, à revelia total do corpo diplomático do Ministério das Relações Exteriores. Trata-se de uma evidente afronta aos preceitos constitucionais!

Durante esse momento tenso da chegada da Covid-19 no Brasil, a organização “Consórcio Nordeste” comporta-se como se seus integrantes fossem membros de uma colônia da China, e não da hierarquia gestora da República Federativa do Brasil. Por exemplo, fizeram consultas ao embaixador chinês para obter orientações de como agir, ao mesmo tempo em que publicaram carta conjunta afirmando a determinação de agir em contrário do pronunciamento feito em cadeia nacional pelo Presidente Jair Bolsonaro.

A quebradeira econômica no Nordeste atingirá proporções cataclísmicas, em grande parte pela atitude ideológica e rebelde do ”Consórcio Nordeste” a serviço de causas diferentes do bem-estar da população – incluindo a fundada suspeição de auxílio a uma potência estrangeira, em detrimento da própria Nação.

Não é a primeira, nem a segunda vez, que o tal “Consórcio Nordeste” de Governadores de Esquerda age como fosse um grupo separatista tramando uma secessão do Brasil. As coisas devem ter um limite!

Aos que ainda não abriram os olhos para ver o que acontece além das fronteiras brazucas: saibam que um conflito geopolítico e econômico mundial está em curso, com o Brasil sendo um dos principais campos de disputa. China e Rússia, unidas como nunca antes na História, partiram para conquistar a hegemonia mundial, valendo-se de uma nova forma de conquista denominada “Guerra Híbrida” – conceito de conflito que coloca o choque armado como fator evitável e não necessariamente principal, para se vencer uma Guerra.

Nesse contexto, observem que apesar da China ter controlado a pandemia em seu território, não tem prestado ao Brasil nenhuma informação de como o fez (ações governamentais de emergência), tampouco ofereceu ajuda econômica ou científica. Ao contrário, a potência oriental tem aproveitado o pânico no Brasil para fazer negócios excepcionalmente lucrativos e jogar xadrez com toda a oposição política ao Presidente Jair Bolsonaro, incluindo o impopular João Dória (PSDB) e o famigerado Presidente da Câmara Deputado Rodrigo Maia (DEM), além do Consórcio Nordeste. Não custa lembrar que, nas últimas eleições presidenciais, o PDT publicou em seu site institucional que a candidatura do boquirroto coronel cearense Ciro Gomes contava com as bençãos do Partido Comunista Chinês, obtidas pelo próprio Ciro, em viagem mendicante e entreguista ao Oriente.

Os fatos reais não requerem muita inteligência para percepção de seu alcance, em muito ao contrário dos interesses genuinamente brasileiros! Faço votos de que a cúpula do Governo Bolsonaro coloque esse assunto no foco imediato de suas ações impositivas, pois a população está sendo duramente afetada.

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