O que a pedagogia de Paulo Freire fez pela visão política das massas no Brasil?

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Décadas de doutrinação marxista disfarçada de construtivismo pedagógico criaram uma massa de alienados políticos (também chamados “idiotas úteis”) que, eventualmente, chegaram a ser professores.

Na qualidade de gente que simplesmente repete conteúdos prontos, recebidos como “revelação” em um contexto universitário de discriminação contra quem pensa diferente do “Progressismo” (ideário marxista que defende as drogas, o aborto, a corrupção política em prol da Revolução, a bandidagem dos “Direitos dos Manos”, o ódio contra a família tradicional e a religião cristã), essas pessoas replicam em sala-de-aula a formatação revoltada que receberam. É a “luta” dos “companheiros”.

“Sua fala só está correta quando cabe nas minhas crenças” – é a atitude aberta desses docentes que, invariavelmente, gaguejam ao explicar o porquê da Educação Brasileira continuar um lixo após 13 anos de Era PT. Seus alunos, naturalmente, engolem sem mastigar o vômito de revolta e revolução de seus professores: drogas, relativismo moral, autodestrutividade sexual, chamado à “luta”, instigação de ruptura com o ambiente familiar (apontado como reduto de “machismo patriarcal”).

O que a farsa pedagógica paulofreireana fez no Brasil foi a mais completa campanha de emburrecimento já vista mundialmente, conforme aferição dos índices de aprendizado feitas por sérias entidades internacionais.

Mais do que isso, a pedagogia de Paulo Freire, ou seu uso político (o que dá na mesma), produziu uma preocupante militância extremista de adolescentes sem nenhuma condição de autonomia do pensamento – mera massa bovina tangida como gado por políticos esquerdistas (geralmente ricos e brancos), unida unicamente pela subserviência interiorizada a uma utopia de “mudança social” que não fazem ideia de qual seja, concretamente. São radicais do lema “sua fala só está correta quando cabe nas minhas crenças”.

Eles são o “gado”: milhões de incapazes de ouvir um contraditório, incapazes de pensar por si, reféns eternos do “discurso afinado” que recebem de suas “fontes” ligadas aos milionários mentores das furadas narrativas da Esquerda Brasileira. São o resultado da pura engenharia social de Antônio Gramsci, aplicada na prática.

Após os 13 anos petistas de desvalorização e sucateamento do ensino público, em prol da construção de um projeto gramscista de doutrinação Socialista, A FARSA DA EDUCAÇÃO tem atualmente nefastos resultados políticos concretos: essa é a “Pátria Educadora” do lulopetismo.

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