O fenômeno Coronavírus

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Pedestrians wearing masks walk past Chinese National flags on Nanjing East Road, a shopping street, in Shanghai , China on Thursday 23 January 2020.

Assistimos hoje a um completo caos: quem devia estar trabalhando está em casa, quem tinha que estudar, em casa. Fora isso, o estado emocional das pessoas encontra-se tão abalado que qualquer fala contrária ou questionadora aos órgãos da mídia, que já se consolidaram como detentores da verdade, causa uma briga sem tamanho. Qualquer objeção, por mínima que seja, gera tanta revolta que desfaz sorrisos e também laços de família.

Como lidar com este fenômeno? Não me refiro, pelo menos agora, ao vírus chinês. Me refiro à a fragilidade das pessoas. Estamos assistindo à concretização de um experimento global, que provavelmente deu certo, pois ontem (23) deu-se início a reunião do Partido Comunista Chinês com um projeto de dominação do mundo nos próximos cinquenta anos. Ora, o Ocidente está todo escondido e esperando recomendações da própria China. Estamos vivendo um momento delicado politicamente.

A Rússia está com as fronteiras fechadas desde janeiro, evitando assim qualquer tipo de contaminação, mas como essa informação chegou aos ouvidos de Putin, antes das autoridades europeias ou americanas, que são apontadas a torto e a direito como espiãs ou controladoras? Simples. Acuse seus inimigos do que você faz. Rússia, China e companhia limitada espionam e custeiam grandes e importantes movimentos ao redor do mundo – vide a compra da TV Band –, assim eles exercem sobre o mundo grande influência, desde pequenos experimentos a trancafiar o Ocidente todo em casa.

As recomendações relembradas a cada meio minuto pelos órgãos da mídia e governo, de lavar as mãos, não sair de casa, não abraçar ou pegar nas mãos, deixará uma sequela muito grande em nós. Já vivemos em tempos de desconfiança, ninguém conhece nem sequer confia no seu vizinho, no trabalho temos um ou outro colega e olhe lá. Após esse período ficaremos ainda mais distantes um dos outros, vamos continuar a suspeitar que o outro quer me infectar. Reuniões de famílias, abraços de amigos e beijos entre os namorados, tudo será evitado em nome do bem comum. Desta forma, sem laços, as pessoas ficam mais fáceis de ser manipuladas, afinal elas não pertencem a um grupo e menos ainda se entendem como sociedade. Provavelmente o termo sociedade também será esvaziado e servirá apenas como slogan para o poder global.

Na economia já podemos prever a queda que ocorrerá. Empresas grandes fechadas temporariamente têm como solução demitir um ou outro e seguir a vida. Empresas pequenas e médias fechadas por um período de tempo, sem dinheiro entrando, quebram em quinze dias. Mais funcionários nas ruas. Ora, acontece que o acima descrito como “um ou outro funcionário na rua” tem que sustentar uma casa ou pelo menos ajudar no sustento, e aí? Como essas pessoas vão comer e suprir suas necessidades mais básicas? Como os órgãos públicos pagarão seus servidores se não tiveram arrecadação? Aqui vemos que isso afetará a todos. Você pode até pensar que é só um mês sem receber o salário, depois se normaliza, então te convido a pensar que um mês sem receber significa que no mês seguinte seu empregador terá que gastar duas vezes mais para saldar a dívida.

Então frente a isso tudo, o Estado nos salvará. Ele vai garantir que as pessoas não saiam na rua, se preciso pode até prender para garantir que menos pessoas sejam contaminadas; da mesma maneira é importante que o Estado decida quais estabelecimentos podem abrir e quais não são tão essenciais assim. O governante pode também fazer decretos, ele pode decretar o congelamento dos preços para nos ajudar a continuar comprando produtos básicos. Pode decretar também isenção da taxa de água e luz, afinal não temos como pagar e eles sabem disso. Todos temos crenças, mas como o momento é delicado, é melhor que um decreto feche os nossos templos, afinal poderemos nos conectar com “Deus” de onde estivermos e evitaremos as aglomerações. Como muitos estarão desempregados, o governo pode nos incluir nos programas sociais, mesmo que momentaneamente, assim teremos uma ajuda para continuar a viver com dignidade. Se você pensa em tudo assim, devo finalizar esse parágrafo te contando que você já foi passado para trás, isso é o socialismo.

Nossas liberdades individuais vão sendo cada vez mais cerceadas pelos que estão por trás dos planos globais. Isso é muito claro, as tendências de modas, os comportamentos, o que é ou não “comportamento opressivo”. Tudo em torno de uma sociedade correta – aqui entra sociedade como slogan. Agora nós mesmos entregarmos nossas liberdades já é loucura. “Aí, senhor Estado, toma aqui meus gostos, minha viagem, minha família, minha religião, meu trabalho. Faça o que quiser comigo e com eles, mas me proteja, eu imploro”. Esse é o retrato do nosso tempo. Pessoas que desaprenderam a se defender, não podem nem ter uma arma de fogo, afinal a polícia existe para garantir a segurança dos indivíduos. Todos dependentes e reféns do Estado.

Sobre propriamente o vírus, não tenho muito o que dizer, o doutor Osmar Terra e o doutor Ítalo Marsili, ambos médicos, já discorreram muito bem acerca disso. É algo sério para as pessoas do grupo de risco e um tipo de gripe muito mais forte que as que estamos acostumados, entretanto não se justifica toda essa histeria, afinal temos inúmeras outras causas de mortes que são mais comuns e letais e não há nada disso. É como se o exército estivesse preparado para enfrentar outro exército e atacasse os meninos do bairro. É matar passarinho com tanque de guerra.

É curioso a Itália já registrar mais mortes que a China, afinal o grupo de risco são idosos e pessoas com a saúde debilitada e a contaminação se dá quando não há muita higiene. Quanto a idosos, na Itália existem muitos, mas quanto à falta de higiene e população vulnerável a China é campeã: mercados a céu aberto com animais vivos e sangrando, fábricas a todo momento emitindo gases tóxicos, pessoas trabalhando por horas sem as mínimas condições. Ou a China escondeu os verdadeiros dados do Covid-19 ou já estavam preparados para lidar com ele.

Ver qualquer tipo de templo religioso sendo fechado pelo Estado mostra-se quão enfraquecidas estão as religiões, o que nos espanta é o catolicismo romano. Ora, em dois mil anos, nada, nem um tirano, nem pestes, nem guerras, pararam ou privaram o povo dos sacramentos. Era proibido que o padre celebrasse o tríduo pascal sem o povo, agora um decreto permitiu. São tempos sombrios. O povo não poderá participar de sua principal festa religiosa, a festa que dá sentido à religião, a pascoa do Senhor. Não há castigo maior que esse.

Por falar em castigo, alguns sustentam que essa situação toda é um castigo divino, seja pelos erros do mundo, seja pela traição de alguns clérigos, seja pelos ultrajes que Nosso Senhor vem recebendo, outros dizem que até mesmo pelo papa. Entretanto há uma versão de que o castigo se dá pelo acordo China-Vaticano – não estou dizendo que é isso, estou expondo versões. Mas é curioso os dois focos serem China e Itália.

Nós brasileiros temos que rezar e fazer pressão nos nossos prefeitos e governadores, para que se alinhem ao Presidente da República, afinal isso é federalismo. Temos que ficar no pé de deputados, senadores e ministros do STF para que não tornem nossa situação ainda mais deplorável. Precisamos desmitificar nossas forças armadas, afinal esse positivismo que lhes rege serve apenas para caminharmos a passos largos para o socialismo. E temos ainda que exigir do senhor Presidente que seja homem nessas situações. Que não sucumba frente às pressões da mídia e grupos milicianos. Se for preciso tomar atitudes drásticas contra a China, que tome, afinal essa crise ameaça a soberania da nossa nação. Outro conselho vai aos ministros do Executivo: tecnocracia derruba o governo. Se especializem em política, vejam o povo, vejam os grupos e as outras nações. Sede atentos.

Racionalmente poderíamos dizer que somos merecedores dessa situação apocalíptica, os brasileiros sempre fazem troça do saber e da cultura, sempre se rendem babando a internacionalismos, votam esperando benefícios individuais, esquecem de cumprir seu papel vivo, dinâmico e atuante, na política. Uma nação que só quer dançar no carnaval e comemorar os gols da Seleção Brasileira de Futebol rapidamente será engolida por seus divertimentos. Todavia como brasileiro e esperançoso que sou, não me calarei frente a essas práticas globalistas. E sei que muitos outros também não se calarão, vamos cada um fazer a sua parte, e podem ter certeza que Deus também fará a d’Ele.

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