Veritas vos Liberabit: a Liberdade não é de graça

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Litografia do ataque de Preston Brooks em 1856 a Sumner. Artista: John L. Magee.

Atestar fatos, mostrar as coisas como elas são, defender a verdade, costumam ser algumas daquelas coisas que apesar de parecer óbvio tendem a trazer represálias. Por vezes, de forma violenta, seja verbal ou física.

Por suas críticas à Atenas, Socrates foi morto pelos Democratas na Grécia Antiga. Aristides, o Justo, foi ostracidado pelos Atenieses por ser extremante correto, inclusive com seus adversários. Por defender o fim da escravidão no plenário do Senado Americano, Charles Sumner, membro do então recém fundado Partido Republicano, foi espancado quase até a morte pelo Democrata Preston Brooks em 1856. Yeshua, o Cristo, o próprio Verbo feito em carne, foi crucificado pelo Império Romano e pelos Fariseus.

Dito isso, dizer o óbvio, buscar a verdade, trata-se de premissa básica para qualquer argumentação social, política ou econômica, quer isso nos custe o ostracismo ou a própria morte material.

Em meio aos ataques contra a liberdade por parte dos partidários do ‘Big Government’, defender o atual governo do Brasil, sob a liderança de Jair Bolsonaro, a emancipação e a autonomia política dos indivíduos, é um desses paradoxos que apesar de parecer óbvio para o defensor, tende a causar alvoroço em certos ambientes, sobretudo na grande imprensa e entre as elites progressistas.

Em 2018 eu não estava convencido sobre a presidência de Jair Bolsonaro, tendo sido o meu apoio em parte fruto da rejeição à alternativa socialista-comunista, em quem não se poder confiar jamais uma cadeira presidencial.

Dito isso, os meios de comunicação me convenceram de que eu estava equivocado: não apenas Jair Bolsonaro era a melhor dentre todas as candidaturas viáveis, mas era também a única capaz de expor a todos os brasileiros o grau de incompatibilidade entre o objetivo das elites progressistas – que detêm a hegemonia midiática, “intelectual” e artística – e os objetivos dos Comuns, os plebeus como você e eu, que almejam liberdade e prosperidade ao invés de lacração.

Embora nenhum governo ou político deve estar imune à crítica e ao escrutínio público, a obsessão da mídia com o presidente – enquanto ignora por décadas, ditaduras, apologistas de genocidas e espalhadores de epidemias – e as inúmeras tentativas de desestabilizar o governo me convenceram de que o mal causado pela grande imprensa à nação é infinitamente maior do que esporádicas boçalidades ditas por um homem simples em quem os Comuns se identificam e se vêem – sobretudo pelo seu amor à pátria e pela sua defesa dos valores que constituem o alicerce da civilização ocidental.

Jair Bolsonaro talvez não tenha a fineza de um D. Pedro II, o espírito indômito de um jovem D. Pedro I ou a erudição de um José Bonifácio, os três maiores líderes da história do Brasil. Mas também não tem a canalhice de um golpista como Deodoro da Fonseca, a corrupção moral de um condenado como Lula, a mandioquice de uma espantalha como Dilma, a arrogância intelectual de um FHC ou o jingoísmo estadista de um Vargas.

Além disso, Bolsonaro tem aquilo que todo aquele que se presta à governar uma nação deveria: humildade, honestidade e acima de tudo, a capacidade de se colocar no seu devido lugar – abaixo de Deus, nosso Criador.

Você pode ser escravo ou liberto. A liberdade, porém, tem um preço: a diminuição do tamanho do Estado, o que significa que vão chorar todos aqueles que vivem às custas dos cofres públicos e dos seus impostos, seja o Congresso, a grande imprensa vendida à sorte de políticos e todo um Establishment – incluindo as Cortes – que não admite perder seus privilégios para que os seres humanos tenham autonomia política.

Lembre-se que para evitar o fim da escravidão, os Democratas sulistas declararam guerra contra os Estados Unidos, levando o povo americano à uma Guerra Civil que causaria a morte de mais de 600 mil pessoas.

E você choramingando porque um jornalista esdrúxulo encheu o saco porque perdeu uma boquinha?

Freedom isn’t Free.

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