Inteligência é saber discriminar

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Você sabia que ao longo dos anos a palavra “discriminação” foi perdendo seu real significado? Décadas atrás, significava fazer um julgamento apropriado – estética, moral e intelectual – e inculcar os poderes discriminativos, era a mais nobre função atribuída ao professor. Sabia que uma pessoa que não possuísse essa capacidade, era considerada uma pessoa desprovida de refinamento moral e de intelecto? Para esses professores, a discriminação era a função mais importante da mente; sem ela, a verdade não poderia ser distinguida da falsidade, a beleza da feiúra, ou o bem do mal, logo, o propósito da pedagogia seria o de instilar os preconceitos corretos.

Quanta mudança!!!! Hoje não podemos discriminar nada, ter conceito preconcebido de nada. Desde que a esquerda começou a dominar o ocidente tudo teve que ser invertido: o lixo virou arte; o funk virou música; dança virou sexo explícito; o romantismo cedeu lugar à pornografia; o belo é feio e o feio é belo; o homem ficou frágil e a mulher, forte; os cachorros estão virando gente; os homens, a pior espécie; as crianças mandam, os pais, os obedecem; os jovens são os senhores da razão e pais da sabedoria; já os idosos, ah, para quê eles servem? Servem para nos atestar que somos a geração mais idiotizada de todos os tempo: geração gramsciana, geração parida no coração da Escola de Frankfurt.

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