A vertigem da democracia

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Sim, a democracia está em vertigem. Mas não pelos motivos apontados no “mocumentário” da “princesinha da causa operária”. O tontear se dá pelos atos nauseantes daqueles que a “cinegrafista” considera os heróis da história.

Ela desequilibra quando um presidente eleito tenta comprar o Congresso, numa tentativa de Golpe de Estado; quando o pleito eleitoral acontece em urnas eletrônicas inauditáveis; quando a população é desarmada e submissa ao Estado…

Ela esmaia quando o desemprego bate recorde e 25% da população fica dependente de uma bolsa governamental; quando os políticos usam a fome como estratégia eleitoral; quando a população morre, desassistida, enquanto o STF se esbalda em lagostas e vinhos premiados…

Ela convulsiona quando a propriedade privada é desrespeitada e, até no tapete vermelho, milícias terroristas são exaltadas por ideólogos imbecis; quando um deputado federal diz que “Precisamos destruir o governo”, sem se importar com as consequências para o país; quando a “resistência” insiste na narrativa de um “preso político”, mesmo quando este está solto e adiando depoimento para passear no Vaticano…

A democracia morre quando só um lado é democrático; quando aceitamos, resignados, 16 anos da democracia de uma oposição que não aceita um ano da nossa.

Se Petra Costa não convenceu nem a academia progressista de Hollywood, não vai convencer o povo brasileiro, sofrido, enganado e machucado pelo regime que ela defende, de que o seu delírio ideológico é algo próximo da verdade.

Podem gritar, espernear, xingar a todos.
O brasileiro, enfim, está abandonando a idolatria à mídia e conseguindo raciocinar sem a ajuda dos pseudo-intelectuais.
E nada fortalece mais uma democracia do que um povo consciente, que busca a verdade e não se deixa enganar por narrativas.


“As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras.”
(NIETZSCHE, Friedrich)

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