A inocência de Flávio e a malícia do Ministério Público

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Flávio Bolsonaro à bancada do Senado. (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

E a Policia Federal concluiu o inquérito de Flavio Bolsonaro sem encontrar provas de lavagem de dinheiro ou falsidade ideológica. A investigação não apontou nenhuma irregularidade no patrimônio do Senador.

Se valorização imobiliária fosse lavagem de dinheiro, todo mundo que tem imóvel, no país, tinha que ser preso. O fomento de crédito imobiliário, na última década, proporcionou uma valorização absurda, criando uma mega bolha no setor. O tipo de investimento feito por Flavio, adquirindo unidades na planta, não raramente proporciona ganhos superiores a 40%, em um prazo de 48 meses ou menos.

A principal reclamação, do Ministério Público e dos jornalistas, é justamente o fato de Flavio ter declarado a valorização. Pra eles, seria melhor se o filho do presidente omitisse o ganho patrimonial, fraudasse sua declaração de bens. (Será que é por isso que ainda não entenderam o crime de ocultação de patrimônio, cometido por Lula? Acham que isso é o certo?)

O único ilícito comprovado, até agora, foi cometido pelo próprio Ministério Público, que violou ilegalmente o sigilo bancário de Flávio e ainda divulgou informações falsas para a imprensa, numa clara intenção de manipulação da opinião pública. Uma campanha suja, covarde e criminosa, orquestrada por aqueles que deveriam garantir o cumprimento das leis, para assassinar a reputação de um opositor político.

O Ministério Público do Rio de Janeiro é uma vergonha para o judiciário brasileiro.


“A pior ditadura é a do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer.”
(BARBOSA, Ruy)

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